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segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Pera aí - Jean Paulo Santos.

Tiúbi daun daun daun (3x)

Tiúbi daun daun daun daa
Wow wow wow wow hoooooh 
Uô uo ro ro roooh
Tiúbi daun daun daun (3x)
Tiúbi daun daun daun daa
Wow wow wow hoooooh 

Pera aí mais se você não sabe eu preciso te dizer
É difícil ser criança, tanta coisa pra aprender
Resolvi deixar a vida ela mesma me contar
Ainda tenho tempo pode crer deixa rolar 
Imagina nessa idade o que aconteceu comigo 
Resolvi me apaixonar por alguém que não consigo 
Ironia do destino que só quer brincar com a gente
Não sei lidar com isso tá tudo diferente

Pera aí criança tem que ser feliz 
Pera aí é isso coração me diz
Mais um sonho na cabeça 
Esperando que aconteça 
Pera aí por isso eu venho aqui cantar
Vou sair eu sei você quer escutar 
Como é possível é só acreditar

O primeiro amor não se esquece facilmente 
Ainda mais quando esse amor não quer nem saber da gente 
Meu pai diz que eu sou homem e não posso vacilar 
Mais ainda sou criança tenho que desabafar 
Não consigo entender o que é que nos separa 
Quando vejo o teu rosto meu coração dispara
Mas arranjei um jeito de chamar tua atenção 
Pera aí é pra você que eu fiz essa canção

Pera aí criança tem que ser feliz 
Pera aí é isso coração me diz
Mais um sonho na cabeça 
Esperando que aconteça 
Pera aí por isso eu venho aqui cantar
Vou sair eu sei você quer escutar 
Como é possível é só acreditar

Tiúbi daun daun daun (3x)
Tiúbi daun daun daun daa
Wow wow wow hoooooh 
Uô uo ro ro roooh
Tiúbi daun daun daun (3x)
Tiúbi daun daun daun daa
Wow wow wow woow uuuuuuuuuh... 

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

FanFic: "A lenda do Rock"

Sinopse: A história começa na infância dos meninos, e de como a banda realmente se conheceu.
Capítulo 1: Meu primeiro dia na escola.
Acho que nem toda tem uma era uma vez, já que não sou de conto de fadas, meu nome é Sophia Batente Hoof. Meus primos lindos são o Georg Listing e Gustav Schäfer – esses nomes não te lembram quem são? Bom, essa história começa quando eu conheço Bill e Tom Kaulitz.
- Papai você vai voltar? – essa pergunta toda criança no seu 1º dia de aula faz aos pais.
- Sim querida, mas quem vai vir será a Margarida. – Meu pai respondeu, ele é o David Jost e a Margarida é minha empregada.
- Então, ta, eu entro. – falei tomando coragem.
- Vai lá filha – minha mãe respondeu.
Acenei. Minha mãe é a Elke Giese, ela é a chefe do projeto “Instituto Alemão da Moda”.
Quando eu cheguei à sala eu vi dois clones, eu sei que são gêmeos, mas eu acostumei a falar clone porque meu tio Pateta fala que eu sou clone do Georg e do Gustav, os clones estavam conversando com um menino que tem um estilo diferente, e os clones também tem, eu gosto de estilo diferente.
Tinham umas meninas sentei do lado delas, ficamos amigas, os clones não conversavam com ninguém exceto com o amigo deles. Fui lá.
- Oi. – eles se viraram assustados. – Meu nome é Sofia e o de vocês?
- Meu é Bill – falou o menino que tinha um colar havaiano – esse é meu irmão Tom – apontou pro do lado dele – e ele é o Andreas. – apontou pro loiro mais ao fundo.
- Oi – falaram os outros dois.
- Posso me sentar com vocês? – perguntei
- Claro. – o Tom falou. – Por que você quis sentar conosco?
- Eu não gostei da maioria daquelas meninas. – respondi.
- Ah, quem você achou legal? Porque eu não gostei de ninguém de lá.
- Eu gostei da loira e da morena lá da porta. – falei.
- Hm. Acho que a professora chegou. – Andreas falou.
-Bom dia turma – começou – meu nome é Matilde e eu serei a professora de vocês, tenho 40 anos e há 20 anos dou aula. Eu gostaria de conhecer vocês melhor, poderiam me falar o nome de cada um? Vamos começar pela parede da porta – ela apontou pra aquela mesa quando minhas amigas vinham em nossa direção.
- Podemos nos sentar aqui? – perguntaram.
- Sim, sentem. – eu respondi.
Acho que isso era um começo de uma grande amizade. A professora nem percebeu pois ela estava arrumando o material dela na mesa de professor.



Capítulo 2: A apresentação.
- Meu nome é Andreas, tenho cinco anos e moro aqui desde que me conheço por gente.
- Meu nome é Tom, tenho um irmão gêmeo que é o Bill, esse do meu lado, temos 4 anos e moramos aqui desde que me conheço por gente.
- Meu gêmeo disse tudo. – disse tudo.
- Meu nome é Sofia, tenho quatro anos e moro aqui desde que me conheço por gente.
- Meu nome é Demétria, mas podem me chamar de Demi, tenho quatro anos e moro aqui desde que me conheço por gente.
- Meu nome é Selena, tenho quatro anos e moro aqui desde que me conheço por gente.
Era assim, todas as mesas tinham três cadeiras, os meninos estavam mais pra parede e eu e as meninas estavam um pouco mais distantes; enquanto o resto da sala estava se apresentando a professora nos deu uma folha pra podermos desenhar. Então o sinal tocou, eu fui com as meninas.
- Vocês viram aqueles meninos que a Demi, a Sel e a So ficaram perto? – a Milena perguntou.
- É Mi eles são estranhos. – falou a Camila.
- Eu gostei deles – falei e todos que estavam em voltam me olharam com um olhar estranho.
- Como? – perguntou o tal de Vinícius.
- Ah, o jeito de serem diferentes. Qual o problema? – perguntei.
- Nenhum, é que... – falou o Anderson.
- Bom, eu vou ser amiga deles e da Sel e da Demi. – falei.
- Eu vou ficar com você, amiga. –Sel falou.
-Eu também – Demi falou.
-Vocês quem sabem. – Michael falou.
Descobri que no dia anterior os gêmeos tinham ido morar na minha rua. Achei legal, porque assim poderíamos ir e voltar juntos. A mãe deles é super legal, mos convidou em ir visita – los no sábado, os pais da Sel e os da Demi já eram amigos de infância dos meus pais, então são praticamente da família.
- Então Simone passe seu telefone, que eu te ligo, ta bom? – minha mãe falou.
- Amor o Jörg já me passou. – meu pai falou.
- Ah é verdade, esqueci que vocês j á se conheciam. – minha mãe falou.
- Filha vamos pra casa? – meu pai perguntou. Concordei.
- Filhos também precisamos ir. – Tia Simone disse.
- Ta bom mamãe – falaram os dois juntos. – Tchau Sophia – Bill veio na minha direção e me deu um beijo na bochecha. Tom também.
- Tchau meninos. – falei enquanto eu entrava no carro, as meninas já tinham ido e os meninos estavam atrás de nós no caminho.
Passaram uns 5 minutos de silêncio e meu pai falou:
- Eu gosto do Jörg. Eu não sabia que a família dele era legal.
- Os meninos são legais também! – falei – a mãe deles também parece ser legal.

Capítulo 3: Enfim sábado.
Depois de muita lição na escola, de muita neve, sábado chegou com neve chegando à janela da sala. Fomos à casa dos gêmeos.
- Oi, entrem – tia Simone falou. – Como vão?
- Oi tia Simone. – passei do colo da minha mãe pro dela – eu trouxe isso pra você.
- Oh que lindo! – era uma cartinha. – Dormiram bem? – perguntou pra minha mãe.
- Tirando o frio, sim. – ela respondeu.
- É eu não gosto quando cai muito a temperatura. – tio Jörg falou
- Sophia. – Tom e Bill falaram juntos e tia Simone me colocou no chão.
- Meninos – dei um abraço neles.
O almoço ainda estava sendo feito, então nós quatro – Andreas estava lá também com os pais dele – subiram para o quarto dos gêmeos. Tinha duas camas, com cobertas azuis, tinha um guarda – roupa grande e vários brinquedos. E então uma coisa preta e amarela roubou a minha atenção:
- Bill o que é aquele negócio preto e amarelo? – perguntei.
- É o Jumbie. – falou e vendo que eu não entendi disse: - é um avião.
-Ah. – exclamei. – É de controle remoto?
- Sim. – Tom respondeu.
- Meninos o almoço está pronto. – Jörg nos chamou.
Descemos. O almoço estava delicioso, como esqueceria a comida da Tia Simone? Tia Simone me convidou pra dormir aqui na noite de ontem, já que ela e minha mãe conversaram por telefone pra pegar o endereço de cada uma. Minha mãe deixou.
Meus pais me puxaram e me falaram:
- Filha em algumas horas vocês terá uma irmãzinha, ok? – meu pai falou.
- E como nenhuns de seus avós não podiam ficar com você, tia Simone foi um anjo agora.
- Ta. – falei. – Espera aí, mais uma? – perguntei. Eu tinha irmã mais nova chamada Karine Batente Hoff.
- Sim, filha, e ela vai vir aqui de noite. – minha mãe falou.
- Onde ela ta? – perguntei.
- Numa festa de aniversário. – tia Simone falou.
- Ah. - Karine tinha três anos. E já sabia andar.
Andreas precisou ir embora, ele não iria dormir aqui. Eram umas cinco da tarde quando minha irmã chegou, fiquei cuidando dela até a janta ficar pronta. Ela ficou brincando comigo no quarto dos meninos. Então fomos assistir a um filme, Karine dormiu no meu colo, ela sempre fez isso.



Capítulo 4: Kerli Batente Hoff.
Eram 14h00min quando pudemos ir ao hospital principal de Hamburgo. Minha mãe estava tão feliz que quase destruiu tudo pelo quarto. Ter três filhas não iria ser fácil.
Era tão bom ver o sorriso estampado no rosto dos meus pais. Parece que tinha como deveria ser. Mas faltava algo, não com eles, mas comigo. Naquela eu sonhava com um príncipe encantado, que viria me proteger e me fazer feliz, como meus pais são. Minha mãe disse que poderia ficar com ela até de noite.
- Filha o que houve? - perguntou
- Nada. – falei.
- Como sua irmã ta? – papai perguntou.
- Bem – falei – ontem ela dormiu no meu colo.
- Nossa o que vocês fizeram? – meu pai zou.
- Nada, só estávamos vendo um filme e quando acabou vi que ela adormeceu no meu colo. – falei.
- Quer segurar sua irmã? – minha mãe perguntou.
- Sim. – respondi.
Minha mãe tirou Kerli do berço. Estava dormindo. Parecia ser feita com gotas de rosas.
- Ela se parece com você, querida – minha mãe falou.
- É, Karine também. Porque vocês são exatamente iguais. – meu pai falou. – Nossa, eu tenho que ir trabalhar. Tchau meninas. Oi Karine.
- Mamãe. – Karine falou. – Senti sua falta. Cadê minha irmãzinha?
- Também senti sua falta. Kerli está no colo da sua irmã. – mamãe falou.
Então Karine veio e ficou admirando – a. Parece que nunca viu alguém tão pequeno. Mamãe nos olhava como se nós fôssemos algo de outro planeta. Ficamos a tarde inteira conversando. E apareceu um médico. Era o tio Hagen.
- Como minhas princesas? - perguntou;
- Tio... – falamos juntas. – Oi Ge. – falei.
- Oi – respondeu o Ge. – Posso vê – La?
- Sim querido – minha mãe respondeu. – Então quer dizer que você quer ser igual seu pai?
- Aham, é legal. – ele respondeu.
- Georg, - tio Hagen falou – você precisa ir agora.
- Ta bom pai – Ge respondeu. – tchau meninas, e So depois quero falar com você.
- Tchau. Me liga hein?
- Ligo sim. – respondeu.
Depois que ele saiu, tio Hagen avaliou minha mãe e minha irmã e disse que estavam bem. É divertido ver meu tio trabalhando.

Capítulo 5: 3ª Guerra Mundial?

- Mãe, acho que é melhor irmos embora porque amanhã temos aula e já está ficando tarde. – falei
- Também acho querida. – ela falou. – Bom vou ligar pra Simone levar vocês pra casa e pegar o material de vocês.
Na casa dos gêmeos...
- Meus amores o que vocês querem comer? – tia Simone perguntou.
- Não sei tia – falei – o que tiver.
- Querem arroz e feijão? – perguntou.
- Aceitamos. – falei.
Ai, eu adoro a comida dela, já falei isso né?
Depois de comermos e termos nosso material na casa deles, estávamos brincando quando ouvimos um estrondo muito forte do lado de fora. Será uma bomba um tiroteio? E se algo pior, como ficará meus pais?
Foi então que mais uma bomba estourou na rua detrás, por uma meia hora tudo ficou em silêncio e esse foi o tempo em que meus pais chegaram do hospital. O que estava havendo? Será que é uma guerra? Então tia Simone disse:
- Vamos pro porão, lá é mais seguro.
- OK, levaremos coisas pra dormir, comida, e as coisas dos pequenos – meu pai disse. – e vocês já vão descendo.
Obedecemos. Eu não acreditava. Por que uma guerra? Minutos depois, a família do Ge a do Gus entram no porão também. Tem corredor embaixo de casa, e dá chegar a cada uma sem precisar sair realmente de casa.
Quando tio Hagen fecha a porta do porão, começa realmente uma guerra. E todas as crianças estavam chorando. Margarida me deu um susto quando me abraçou. Eu não entendia, porque queriam fazer uma 3ª Guerra Mundial, se nem deu tempo de passar 50 anos da 2ª?
Tente ver onde estavam os meninos. Eles estavam tipo sem saber o que fazer. Fui apresentar meus primos aos gêmeos.
- Bom, pra distrair, vou apresentar vocês a dois amigos meus, ta? – falei. – Meninos esses são meus primos: Georg – apontei pro Ge – e esse é o Gustav – apontei ao mesmo. – e esses são Bill – apontei pra ele – ele é Tom – apontei pra ele – esse é o amigo deles, Andreas – apontei ao mesmo.
- Oi – falaram os cinco juntos. - Vocês são primos né? – Tom perguntou.
- Sim – Ge respondeu – Por quê?
- Nada, - Tom respondeu – É que vocês são parecidos mesmo.
- Ava – falei e eles me olharam com uma cara tipo “que”?



Capítulo 6: Amizade.
Estavam lá no porão umas 3 horas. Muito tempo, eu sei. Os meninos estavam se dando, isso era bom, não era?
- So, o que foi? – Andreas me perguntou.
- Sel, Demi e Ani podem estar em qualquer lugar. – falei.
- Eu sei que não é só isso. – Bill falou. Nossa, nos conhecemos menos de um mês e estamos tão conectados.
- Margarida? – me virei e ela estava na “cozinha” fazendo café. – Não, é que eu não entendo, como.
- Como o que? – Tom perguntou.
- Tipo, a 1ª guerra ocorreu entre 28 de Julho de 1914 a 11 de novembro de 1918, e 21 anos depois ocorreu a 2ª Guerra mundial (1939 a 1945). E menos de 50 anos da segunda ocorre uma 3ª Guerra Mundial. E também cinco anos depois que o Muro de Berlim caiu. – falei.
- É. – Ge falou. – Como deixaram ocorrer? Mamãe disse que na Queda foi uma época difícil, papai estava lá.
- Minha mãe também disse que um tio dela estava lá, aliás, foram todos os tios, tantos por parte da mãe dela, quanto à do pai. – Gus falou.
- É Gustav – falei – esqueceu que a sua, a minha e a do Ge são irmãs?
- Esqueci – falou abaixando a cabeça.
- Não fica assim, ursinho – falei.
- Ursinho? – Tom começou a rir.
- É qual o problema seu metido? – falei e ele parou de rir.
Os meninos começaram a rir e Tom ficou com aquela de cachorro bravo. Eu ri também. Aquilo era tão bom. Nisso eu vi um negócio cinza. Cheguei perto e vi que era um jornal e era de ontem e estava escrito:

David Jost: Mais uma filha?
O famoso produtor alemão David Jost acabou de entrar no hospital OPERACIONANDO com sua esposa, Elke Giese, que estava grávida – até hoje de manhã – e nossas fontes dizem que é mais uma linda menina. David e Elke têm mais duas meninas: Sophia – cinco anos e Karine – três anos. Conseguimos falar com uma das enfermeiras e ela nos disse: ‘A garota se chama Kerli, pesa 3800 kg é igualzinha as irmãs. Não tenho nada mais a dizer. ’ Bom pelo menos sabemos o nome da nova herdeira deles não?”


Meu pai estava atrás de mim e me deu um susto quando disse:
- É querida, vocês tem fama sem realmente querer segui – la.
- Ai papai. – disse – Que susto. Mas não se preocupe, não quero nenhum de vocês preocupados. Eu sei me virar, tentarei não cair em furada. Vou ser um exemplo.
- Que bom meu amor. – mamãe disse e me deu um beijo. Como era bom te – los aqui.

Capítulo 7: O fim da Guerra.
Eram mais ou menos oito horas da manhã quando eu acordei, olhei em volta só tinha nós as crianças. E os mais velhos?
- Olá. – disse Ursinho me dando um susto. – Dormiu bem?
- Olá – respondi dando um beijo na bochecha dele. – Sim e você?
- Também – respondeu – Onde estão nossos pais e a Margarida?
- Acabei de acordar e não os vi. – falei.
Nisso Ge, Tom, Bill e Andreas acordaram.
- Vocês falam demais né? – Andreas falou.
- Não enche. – falei.
- Onde estão nossos pais? – Bill perguntou.
- Como falei pro Ursinho eu acabei de acordar e não os vi saindo. – respondi.
- Acho que eles estão lhem cima não? – Tom falou.
- Pra eles estarem lhem cima, a Guerra teve acabado não? – Ge falou.
- Isso é uma boa pergunta. – Ursinho falou. E nesse instante a porta abriu.
- Vocês acordaram. – olhei e vi que minhas irmãs não estavam. – Querida elas estão aqui em cima com a sua mãe. – Margarida falou.
Subimos. Estavam meus pais, meus tios, Margarida, os pais do Andreas e as minhas melhores amigas.
- Sel, Demi, Ani, Dul e Mai – falei indo abraça – las. – Que bom que estão bem.
- Aham. – Mai falou – Bueno mesmo. Hacem cuanto tiempo que ustedes foram ao México? (Faz quanto tempo que vocês foram ao México?)
- Acho que hacien uno año. – falei. (Acho que faz um ano)
- E bom, parece que nada foi destruído ao não ser todos os campos de futebol e quase o muro de Berlim. – Selena falou.
- Nossa - Demi falou – o que está havendo com o Governo Alemão? Era tão organizado, cadê?
- Pois é querida. – mamãe falou – o governo não está deixando fazer tudo. Mês passado quase me disseram não, porque eu fui tentar fazer uma temporada do Germany Next Top Model ao ar livre.
- Que horror este país está ficando – Tia Michelle disse – tomare que o próximo presidente faça alguma coisa pra mudar isso, ou se não mudo de país.
Ouvindo as palavras da mãe Ge parou de falar com os meninos e olhou pra mãe com um olhar quarenta e três forte. Comecei a rir.

Capítulo 8: O que ser isto, mãe?
Tia Simone sabia que eu gostava de ficar com os meninos, e que eu sabia dividir meu tempo entre as minhas melhore amigas e meus melhores amigos. E via que o Bill era muito mais apegado a mim do que Tom e Andreas. Porque tipo eu era a única que não ligava pelo jeito que eles agiam. E certo dia nas férias, tia Simone chamou a mim me ao Bill.
- Meninos, quero falar com vocês em particular.
- OK. – falei.
- Me sigam – falou.
Ela nos levou ao porão que seis meses atrás foi nosso abrigo na 3ª Guerra Mundial e colocou uma cama de casal, uma televisão, um frigobar, e na janela colocou um travesseiro e uma coberta.
- Que é isso mãe? – Bill perguntou.
- Ué, um Esconderijo Secreto. – respondeu.
- Mas pra quê? – perguntei.
- Pra quando precisarem ficar sozinhos, venham até. – falou. – mas não se preocupem, porque eu fechei todas as passagens e só vai ter aqui na minha casa e na sua Sophia.
- Legal. – Bill falou. – E posso saber por que só pra nós dois?
- Hum, - ela fingiu que estava pensado. – Porque os dois são muitos apegados, e eu sei que você querido tem coisas que prefere comentar com ela do que seu próprio irmão.
- É isso é verdade – Bill falou envergonhado.
- Bom vou deixar vocês dois às sós pra verem se vão querer mudar algo ou não – tia Simone disse subindo a escada e saiu.
- Eu gostei da idéia da sua mãe, Bill – falei.
- Também gostei. – respondeu.
Nisso ligamos a TV e colocamos num canal de desenhos. Estava passando o pica – pau.
- Bill, - comecei – como será que vamos despistar os outros?
- Essa é uma boa pergunta. – respondeu – mas onde saiu pra sua casa?
- Vamos ver. – falei.
Então andamos pelos corredores até achar a porta da minha casa. Quando abri vimos que dava ao meu closet.
- Que é isso? – Bill fez uma carreta.
- Meu closet. – respondi.
- Closet? – perguntou e começou a rir.
- Qual o problema? – perguntei.
- Nenhum. – respondeu.
Então voltamos e ficamos brincando com os meninos. Como estava nas férias de verão ficávamos o dia inteiro, e também meus pais viajaram o mês inteiro e eu fiquei na casa dos gêmeos. E claro eu e Bill dormimos no porão.

Capítulo 9: Nós somos quem somos.No Halloween Bill teve a idéia de ir de vampiro e ele me pediu pra ser o par dele, aceitei lógico, Tom foi com a Selena, Georg foi com a Demi e o Gustav foi com uma garota da sala dele.
Bom, Bill escolheu inovar, pegou a capa comum de vampiro e ao invés de só colocar terno e a capa, resolveu também se maquiar. Eu amei a coragem dele, de maquiar – se e não se importa com a opinião dos outros. E fomos no carro da tia Simone.
- Nossa - exclamou tia Simone - como vocês estão lindos.
- Obrigado – todos agradeceram.
- Bom, vamos entrando, porque já se atrasaram o suficiente pra não serem os primeiros.
- Ok, tio Jörg. – falei.
Estamos quase chegando e vimos o carro do pai da Ani, e vimos que ela e as meninas. E eu achei que elas já tinham ido embora.
- Sophia – Dulce acenava pra mim.
- Olá meninas – respondi.
Quando chegamos aos cumprimentamos Maite apresentou os garotos.
- Bom, meu par é Christian – apontou pra um garoto que tinha o cabelo loiro claro – o par da Dulce é o Christopher – apontou pra um rapaz que tinha cabelo loiro escuro – e o par da Anahí é o Alfonso – e apontou para um garoto de cabelo moreno.
- Olá. – disseram os três.
- Olá – respondi. Achei-os tão educados e percebi que o Bill não gostou nada.
Subimos as escadas para o salão e era muito grande. Fomos lá falar coma a aniversariante: sim, na nossa escola tinha uma garota que nasceu nos Dia das Bruxas e ela falou que eu poderia levar quem eu quisesse – claro que o os gêmeos, meus primos e o Andreas foram convidados, este último era o par dela, e ela conhecia também as meninas.
Ficamos ali conversando uma meia hora, até que o salão ficou cheio. Fui conversar com alguns garotos mais velhos que eu conhecia. Eles eram filhos de artistas com quem meu pai trabalhava.
- Olá meninos – falei. – Como vão?
- Bem – Murilo falou. – E aí como seu pai está?
- Ótimo, ele está viajando agora.
- Ah. – falou.
- Sophia – Pedro me chamou – você veio com quem?
- Vim com meus primos, com os gêmeos Kaulitz, com o Andreas, Selena e a Demi vieram conosco e a turma da Ani veio, só que em outro carro.
- Com os gêmeos Kaulitz? – Miguel zombou.
- É – falei – se eu ando com eles o problema é meu.
- Quantos anos você tem? – Murilo perguntou.
- Vou fazer seis anos daqui dois meses. – respondi – Por quê?
- Nada. – falou por fim, e eu voltei ao meu “bando”.

Capítulo 10: I Gotta Feeling, a Goog Night.
Estava tocando música agitada e então ficamos sentados em algumas e tinha intervalo de duas músicas lentas. E foi no primeiro intervalo de lenta começou uma música na qual eu não conhecia e foi Ge quem me respondeu:
- É a Kelly Clarkson. O nome da música é Because of You.
- Como você sabe que vai ser essa musica? – perguntei.
- Eu dei a idéia. – respondeu.
Ouvindo isso Bill me perguntou:
- Me concede essa dança?
- Claro – respondi.
Fomos ao centro do salão, tinha várias pessoas que já estavam preparadas pra dançar, e o DJ falou:
- Essa música eu dedico a Sophia e ao Bill.
E todas as pessoas nos olham, que vergonha, Georg Moritz Hagen Listing eu te mato. Bill se encolheu, mas passou, e a música começou e eu percebi que as pessoas presentes nos deixaram dançar sozinhos e fizeram uma volta. E havia uma garota que eu nunca a vi na escola. Era parente da Janet?
Bill chegou perto do meu ouvido e disse:
- Quem eram aqueles garotos?
- Filhos de artistas com quem papai trabalha. – respondi. – Por quê?
- Nada. – falou. – Olhe, posso falar algo?
- Diga. – respondi
- Seu pai disse a nós cinco pra protege – la a qualquer custo. Eu levarei isso a sério.
- Bill – ele colocou seu dedo indicador na minha boca.
- Não diga nada; Só vamos nos divertir esta noite. – falou.
- Ta bom. – respondi e nesse momento começou uma musica da Nena, e é claro que ele ficou super feliz.
Nisso o povo – e meu bando – vieram pra pista dançar. Ge começou a requebrar, Gustav faz a dança do ursinho, Tom imitou o Ge, eu e Bill de mãos dadas, as meninas me puxaram pra que nós dois dessem espaço e Demi disse:
- Eu estou com medo do Ge.
- E eu do Tom – Selena disse.
- Há, é legal ter meninos que nos entendam – Dulce disse.
- Isso é verdade – Ani concordou e Mai fez que sim com a cabeça.
A festa foi terminada com um super bolo e um super parabéns. Quando voltamos pra casa dos gêmeos eu fui tomar banho. Tia Simone me puxou pro lado e disse:
- Eu já contei ao Bill, pra entrar no porão precisa só puxar o livro verde da segunda prateleira de baixo pra cima, ok?
- OK. –respondi e fiz isso.
Fui até o corredor e puxei o livro verde da segunda prateleira de baixo.

Capítulo 11: O incrível esconderijo secreto.
Eu entrei em um corredor escuro, com luzinhas colocadas no chão, igual corredor de cinema. E mais a frente eu vi uma porta aberto, entrei, Bill estava lá.
- Olá, Bill – disse.
- Olá, que susto menina. – disse. – Vamos dormir aqui hoje?
- Claro. E como vamos falar com a sua mãe sem os outros perceberem? – falei
- Minha mãe deu isso pra usarmos – ele mostrou um alktoque – e vai ter um aqui, um com você, um comigo e com a minha mãe.
- Nossa, - falei – sua mãe é tudo.
- Aham – e ele ligou o alktoque dele – Mãe?
- Diga filho – a voz dela saiu do negócio.
- A gente pode dormir aqui hoje? – ele perguntou.
-- Claro. – ela deixou. – mas vocês vão querer o quê?
- Hum, - ele pensou – a senhora pode pegar uma roupa pra eu por amanhã e pra So também? – ele pediu.
- Ta, - ela concordou. – Daqui 15 minutos eu estou aí.
- Mãe, - Bill falou – eu te amo.
- Eu também querido – e ele desligou o alktoque.
Nisso Bill ligou a TV, e ela tinha três opções: de TV mesmo, de câmera e de computador. Essa era de ultima geração, pois era três funções em uma só coisa, e ele perguntou:
- Sophia vamos ver o que eles estão aprontando?
- Aham – respondi.
Apertamos na opção: “Câmera” e apareceram várias janelinhas e clicamos no quarto do Bill e vimos à tia Simone.
- Ai esses meninos só inventam mesmo – ela disse – mas que bom que tenha alguém naquela escola que gostou deles.
Neste momento eu fiquei vermelha e Bill começou a rir.
- Ah, então é assim Kaulitz caçula? – falei e eu fui atrás dele e o mesmo caiu na cama e eu também fui pra lá.
A porta se abre e nós dois nos assustamos, era a Tia Simone.
- Olá, meninos – disse ela colocando as roupas na cama – aqui estão as roupas que pediram e nada de ficar brincando, ouviram?
- Sim senhora – dissemos juntos.
- Lá naquela porta – ela apontou pra uma branca – é o banheiro.
- Ta bom, tia – falei.
- E tratem de dormir, já são 23 horas. – disse ela por fim.
Fui ao banheiro e quando voltei Bill me esperava pra poder dormir.
- Boa noite – disse ele apagando as luzes.
- Boa noite – respondi dando um beijo na bochecha dele.
E nesta noite que eu dei meu primeiro beijo. Sim, fui eu quem tirou o BV dele.
Hum, melhor amiga também serve pra essas coisas não?

Capítulo 12: Katy Perry.
Quando voltamos pra escola, vimos que tinha uma aluna nova na nossa sala. Eu já a vi em algum lugar.
- Meu nome é Katy Pery, - ela era da festa da Janet. – tenho seis anos e meu pai e minha mãe vieram trabalhar aqui na Alemanha.
- Bem vinda aqui na nossa escola – a professora deu boa - vindas a ela.
- Eu me lembro dela. – disse enquanto pintávamos o desenho que a professora nos deu.
- De onde? – Andreas perguntou.
- Da festa da Janet. – falei.
- Ah, ela é aquela garota que ficou só no canto né? – Bill perguntou.
- Ela mesma – disse.
- Como sabe dela maninho? – Tom perguntou.
- Ué, porque quando eu estava dançando com a Sophia nós dois a vimos parada na parede e vindo em direção a roda. – Bill respondeu.
- Sabem como ela é? – Demi perguntou.
- Como você quer que eu saiba? – perguntei. – Só sei que eu não vou com a cara dela.
- Hum, - Sel disse – pra você odiar alguém desde já, então vai ficar assim pra sempre.
- Ai – falei – como eu odeio ter amigas desde a infância.
E elas começaram a rir e eu fui junto e quando percebi os meninos também estavam rindo.
Bateu o sinal pro recreio. Nós levantamos e a professora me chamou:
- Sophia, venha cá.
- Meninos esperem – eu disse – diga professora.
- Bom - ela começou – Katy é nova nos país como ela mesma disse e eu gostaria que você ficasse com ela.
- Está bem – disse eu.
- Mas acho que ela não gosta dos seus amigos – de novo com esse papo ridículo.
- Vou tentar. – como eu não queria me estressar com isso sai.
Andei rumo ao pátio e os vi sentados no mesmo lugar de sempre.
- E aí, - Andreas disse – o que ela queria?
- Falar pra eu andar com a Katy, só que sem vocês. – disse.
- Como é? – Selena quase vomitou.
- Isso o que você ouviu. – disse – mas é claro que eu vou ficar com vocês.
- Ah, - Bill começou – é por isso que eu te amo.
- Gêmeo meu, - Tom começou – pare de besteiras. E aí vão fazer o que nas férias?
- Não faço idéia. – disse – é provável que eu fique ou na casa do Ursinho e o Ge vá lá também ou vice – versa. E vocês?
- Eu vou viajar pros U.S. A – Demétria disse.
- Vou junto com a Demi – Selena disse.
- E a gente aqui. – Andreas disse – exceto o Bill que vai pra algum programa.
- Quando? – perguntei sem querer – E em qual?
- Bom, na verdade vai ser daqui a um ano e vai ser no S – disse ele.
- Legal. – respondi.

Capítulo 13: A separação dos gêmeos.
Como toda escola sempre vai haver alunos que bagunçam, e no grupo eram os gêmeos e por conta disso houve algo que os marcou profundamente:
Estávamos em 1999, Katy Perry já dava os primeiros sinais de inveja misturados com amor em relação aos meus amados amigos. Sempre vai haver bagunceiros em cada grupo de amigos, e no meu grupo eram os gêmeos. Muitas vezes acontecia isto:
- Me recuso a partir de hoje a dar aulas a vocês dois, senhores Kaulitz – nossos professores faziam isto.
O professor de Inglês já cansado com os gêmeos resolveu fazer uma reunião com os professores, assim pra ver se concordam com ele. E quando foi no dia seguinte disse:
- Já que vocês não conseguem se controlar, nós do Corpo Profissional da Escola de Hamburgo decidimos separa – los.
- O que? – falei indignada.
- Sim, - Marlon falou como se fosse à coisa mais brilhante que ele fez – é o que a senhorita ouviu.
- Vocês não pode querer parar de dar aulas a alguém por conta da sua aparência – disse esgotada – Isso é discriminação.
- Já que os senhores Bill e Tom Kaulitz não têm mais tempo de vir à escola e não param quietos quando estão nela é melhor expulsa – los. – disse ele. – Ou se não separa – los.
- Amor da minha vida – Bill sussurrou no meu ouvido. – Por favor, deixe – o nos expulsar, que assim é melhor.
- Mas e o estudo? – perguntei.
- Daremos um jeito. – Tom falou. – Já nos separaram, e não queremos isso de novo em menos de uma semana.
- Ok meus amores. – falei por fim.
Mesmo os meninos sendo tão bons atores, eu conhecia cada traço da vida deles. E deixar a escola foi à melhor decisão pra eles. Pois eu realmente não queria que eles sofressem mais, ainda mais depois dos pais se separarem e a Tia Simone começar um namoro com o Gordon Trümper – um guitarrista famoso na Alemanha.
Bom, depois que Gordon entrou na família, os gêmeos ficaram interessados pela música. E me mandaram chamar os G´s.
- Presta atenção – Tom disse – estamos precisando de um baterista e de um baixista, vocês querem entrar?
- Sophia disse que vocês faziam aula dos mesmos. – Bill disse.
- Eu aceito – Ge disse.
- Também aceito. – Ursinho disse.
- Então, podemos ensaiar quando? – Tom perguntou.
- Pra mim amanhã está ótimo. – Ursinho disse. – mas não sei se todo sábado ficará bom pra mim.
- Todo sábado pra mim ta bom. – Ge disse.
- Se houver algum imprevisto eu aviso. – eu disse.
- É, - Bill disse – acho que isso vai dar certo.

Capítulo 14: O primeiro ensaio.
Passaram – se duas semanas depois da decisão dos meus primos em entrar pra banda. E parece que está ocorrendo bem. Em um dia desses papai me perguntou:
- Onde os meninos se enfiam?
- Eles estão ensaiando. – disse.
- Pra que? – perguntou.
- É que eles formaram uma banda. – respondi.
- Posso saber onde eles estão ensaiando? – perguntou.
- Quanta pergunta – falei. – Mas eles estão ensaiando na garagem.
- Vou lá. – falou por fim.
Meu pai ficou lá em baixo por um bom tempo e foi lá pelas sete da noite eles voltaram.
- E aí – perguntei – como foi?
- Querida, - papai falou – acho que não existirá mais Devilish.
- Quê? – perguntei indignada. – Mas eles são ótimos.
- Isso mesmo. – Dave Roth falou.
Dave era outro produtor que trabalhava na Universal Music e era amigo de papai.
- Mas então por que falaram que a banda vai acabar? – perguntei.
- Não minha querida, você entendeu errado. – papai disse – eles só trocarão Devilish por Tókio Hotel.
- Ah. – eu corri abraçar eles.
- Seu pai vai ser nosso produtor – Bill disse.
- Eu sei. – disse – acabei de saber por ele.
- Claro né? – Andreas.
- O quê? – perguntei.
- Ele te conta tudo – respondeu.
- Mas vamos mudar de assunto – falei – eu tenho tanto orgulho de vocês.
- Como? – Tom perguntou.
- Isso o que você ouviu. – disse.
- Não enche Tom – Ursinho veio me defender.
- Ursinho, - comecei – aonde você vai com essa roupa platinada?
- Só é cinza. – respondeu.
- Pra mim é de Marte. – retruquei.
Nisso os outros quarto já estavam se dobrando de rir.
- E vocês, - disse – por que não tomam vergonha na cara e vão fazer algo de bom?
- Vai indo lavar as mãos pra comer. – Margarida me deu um susto que quase cai no chão.
E acho que esse foi nosso último momento que passamos juntos, sabe realmente em paz, sem paparazzi, sem stalkers, sem fãs na colas deles.

Capítulo 15: Anos mais tarde.
Tokio Hotel já estava na estrada há cinco anos e seis meses. Claro que com todo esse tempo podemos perceber que eles já ganharam diversos prêmios dos mais importantes. Gustav e Bill superaram cirurgias de risco e este último desfilou em Milão – nada chique né? Tom já fez sessão de fotos pra Rebook, e Ge está enfrentado as críticas das enciumadas das fãs por conta do romance dele. Andreas e eu já demos pinta de modelos. Vocês devem estar se perguntando: “E como estão Selena, Demi, e o RBD?” Bom Selena está em “namoro” com Justin Bieber, Demétria acabou de sair da Clínica e ambas estão mandando bem como atrizes. RBD creio eu tenha chances de voltar, pois todos os integrantes me contam que a decisão de terminar a banda foi à pior de todas.
E enquanto eles se dedicam a carreira famosa eu dedico a minha: sou advogada. Andreas é dono de lojas de cosméticos e de roupas. E hoje é dia de buscar os rapazes do TH. E como hoje é sexta de noite, irei fazer planos com o Andreas, na verdade será estratégias pra que nenhuma fã alemã consiga nos seguir do aeroporto até a casa deles.
- Margarida, - cheguei destruindo a porta de casa. – Cheguei.
Margarida, é minha babá, como já disse – e é a minha melhor confidente, depois da minha mãe. Como esta trabalha no país inteiro e meu pai viaja muito Margarida sempre cuida de mim, e sabe se eu estou ou não bem. Ela me consolou depois de cada término de namoro, me instruiu dizendo que em primeiro lugar é a família e os estudos. Namorados e inimigos sevem pra nos ajudar apenas em algo: mesmo eles nos magoando isso nos torna pra sermos fortes.
- Olá querida – ela veio me dando um beijo de boas vindas. – como foi o trabalho hoje?
- O mesmo Má. – respondi retribuindo o beijo. – Processos novos, mais clientes nervosos etc.
- Quer comer o que hoje? – perguntou, essas é uma das coisas que eu amo nela: depois dos meus quinze anos ela me deixou comer o que quisesse. Mas nem sempre.
- Quero um lanche e um suco de pêra – respondi.
- OK querida. – respondeu.
Enquanto ela fazia meu jantar, subi tomar um banho. Ser advogada tem suas desvantagens. Então fui ao banheiro. Abri a torneira e fui colocando sabonete líquido nele e me lembrando das noites que tive com o Tom. Sim infezlimente fui mais uma que caiu em sua tentação. Nisso eu fui escolher minha roupa, peguei um vestido preto, peças íntimas e sandálias da mesma cor. E então voltei pra banheira e entrei nela. Como era bom ter algo que pudesse nos relaxar e trazer boas lembranças ao mesmo tempo. E de repente Margarida entra no banheiro e me dá um susto.
- Querida, - disse ela – eu queria saber: e seu namorado?
- Que namorado? – eu nem sabia que eu tinha um.
- É, - ela falou entrando no banheiro. – Aquele Rodrigo.
- Ah, - agora caiu a ficha. - Faz dois meses que eu terminei com ele. Por quê?
- Não, - ela respirou por conta do cansaço da escada. – É que depois disso você ganhou vida, mas mesmo assim eu percebo que não tem nada de brilho em seu rosto.
- Bom, - comecei – é por causa do Bill.
- Ah, - ela disse como se fosse muito óbvio – eu sei que ele está com o coração partido, e você não precisa ficar assim por causa dele meu anjo.
- Mas, - eu disse. – eu tenho que fazer algo por ele, logo eles que sempre foram meu refúgio...

Capítulo 16: A estratégia.Neste instante a campainha toca.
- Eu atendo – Má disse.
Fiquei mais uns cinco minutos até que alguém bateu na porta.
- Entra. – disse. - Ah é você Andreas.
Falei saindo da banheira.
- Oh. – ele disse.
- Que foi? – perguntei.
- Seu corpo. – falou.
- Como se você não tomasse banho comigo e com os meninos quando éramos mais novos. – falei.
- Mas é que faz tanto tempo que eu não a via nua, e não achava que você já teria formado...
Não o deixei continuar, pois depois que me enchuquei joguei a toalha nele. Sai, coloquei minha roupa, passei maquiagem e descemos.
- Aceita algo Andreas? – perguntei.
- Não, obrigado – respondeu – já jantei.
- Então – disse depois de morder o primeiro pedaço – como irá ser o plano?
- Bom - começou – estava pensando, em marcar um ponto de encontro com eles...
- E podemos entrar no fórum alemão e dizer que o avião de desembarque irá ser no aeroporto de Berlim. E falar pra eles colocarem aqueles blusões que eu dei.
- Suas idéias são melhores que as minhas. – disse.
Mostrei a língua e disse:
- Bom você manda a mensagem, enquanto eu vou escovar meus dentes e pegar as minhas coisas.
Ele obedeceu e eu fui fazer o que tinha prometido. Quando entramos no carro Andeas disse:
- Bom, como vai dirigir se seu carro é grande – uma van estilo Mercedes – eu posso sair e abrir as portas pra eles e ajudá – los a colocar as malas. Só que você deve parar bem perto da saída do estacionamento.
- OK.
Chegando lá eu parei no local que ele combinou com os meninos. Cinco minutos depois que chegamos vimos dez pessoas vindo em nossa direção. Andreas saiu do carro e abriu as portas. Os seguranças deles colocaram as malas no porta – malas, meu pai e o Dave entraram na frente comigo e então os seguranças deles e o Andreas entraram atrás.
- Oi pai. – falei muito feliz. – Oi meninos. Agora só precisamos pegar a minha mãe no outro lado.
- Oi – falaram juntos. – OK.
O aeroporto tinha vôos nacionais e internacionais, então um lado era dos internacionais e no outro era dos nacionais. Chegando lá, ela teve que se espremer, pois tinha mais gente dentro do carro do que o necessário.

Capítulo 17: O pedido de casamento do Georg.
Quando chegamos Georg estava com uma cara de paisagem.
- O que houve Ge? – perguntei
- Bom, - senta que lá vem história. – eu quero pedir a Roselita (namorada dele) em casamento, só que eu queria deixar tudo pronto.
- Você ainda não comprou anel? – muito óbvio.
- Não. – respondeu
- Como eu sou uma prima legal eu vou fazer tudo pra você ta? – falei.
- Sério? – perguntou.
- Sim. – falei. – Ah outra coisa eu já fiz tudo.
- Como? – fez cara de paisagem de novo.
- Sim, - respondi – pois quando vocês estavam na HCT2 eu via a sua namorada e ela me contou como queria o casamento. Então como eu sou uma pessoa legal eu fui fazer.
- Ah... – falou.
- Agora – falei – só falta comprar o anel e você pedi – la em casamento.
- OK. – se levantou – vou lá comprar o anel e ir ver se ela quer ser minha esposa.
- Espera. – falei e ele me olhou.
- O que? – perguntou.
- Já comprei o anel. – respondi.
- Você já fez tudo oras. – falou.
- Nem tudo. – falei lhe entregando a caixa com o anel.
- Falta o que agora? – perguntou. – E quanto eu devo pra você?
- Falta você ir pedi – la em casamento e deve – me nada.
- Isso eu sei que falta. Mas é sério, Sophia. Você gastou quase todo o seu dinheiro e não quer que lhe pague?
- É, porque não? – perguntou.
- Chega – disse séria. – Você vai ir pedi – la em casamento ou não?
- Já estou indo. – respondeu e saiu.
Nisso como estávamos na casa da tia Simone eu fui à estante de livro e puxei aquele livro verde. Então a parede se mexeu e eu entrei. Quando eu vejo, o Bill estava lá e me recebe com um beijo de língua.
- O que é isso meu amor? – perguntei.
- Isso é por você ter um coração enorme e sempre querer ajudar os outros. – respondeu.
Como o Georg o Bill aprendeu a esconder quem era a namorada dele – eu no caso – e dizia que eu era apenas sua melhor amiga.
- E o que o senhor deseja pra esta noite? – perguntei.
- Hm, - fez cara de safado, então já vi que não era coisa boa. – Quer casar comigo?
O que? É o dia dos noivos hoje?
- Adoraria me tornar a sua esposa. – falei – Mas acho que é muito estranho isso.
- O que? – perguntou.
- Você e o Ge tiveram essa idéia assim do nada ou combinaram? – respondi
- Bom - falou – eu e os meninos combinamos que quando voltássemos de Tóquio iríamos pedir vocês em casamento.
- A entendi. - o Gus e o Tom também tinham namorada. E só o Gus que conseguiu também esconder a namorada dele, pois a namorada do Tom é a Jessica Alba.

Capítulo 18: O casamento.Depois de meses de agonia, pensando se a cambada que contratamos pra fazer nosso casamento nos dedurasse. Pois se os fãs descobrem, estaríamos perdidos.
E chega então o mais esperado dia de nossas vidas: o casamento. Estamos hospedados no hotel: Xiuaaxua e sim todos iríamos nos casar no mesmo dia e dentro desses meses os meninos estavam quase terminando o sexto álbum deles: Bad Boys.
- Eu ainda não acredito que eu vou me casar com Tom Kaulitz – Jess disse.
- Acredite cunhadinha. – falei.
- Nossa depois de quase três anos namorando o Ge nunca pensei em desistir dele. – Rose disse.
- OMG – Marcela disse (namorada do Ursinho).
- O que houve? – perguntei.
- Nem eu sei direito – falou. – a sensação é de felicidade e de nervosismo.
- Aham – Rose concordou.
E do anda minha mãe fala:
- Já está na hora.
- OK. – falamos as quatro e saímos.
Nossa limunise já estava lá fora nos esperando, e chegamos em cinco minutos, só deu tempo de nos ajeitar e sermos guiados por nosso respectivos pais. Quando quis correr e ficar grudada no Bill pra sempre.
- Vocês: Sophia Batente Hoff, Jessica Alba, Roselita dos Santos e Marcela Hush aceitam seus noivos como marido?
- Sim. – respondemos.
- E vocês garotos aceitam elas como sua esposa.
- Sim. – responderam
- Então – o padre falou – podem beijar suas esposas.
Eu tive a sensação que tudo parou, eu estava tremendo... Típico no dia do casamento. Então fomos pro salão. A primeira música foi a da valsa dos casais. Bill me puxou pra mais perto dele e perguntou:
- Como se sente?
- Terrivelmente bem. – disse.
- Sei. – falou – Mais tarde você se sentirá muito mais.
- Quero ver então – ironizei.
- Ah vai. – falou.
Na festa percebi que mamãe, minhas irmãs e Margarida estavam chorando. Disseram que esse casamento foi o mais perfeito que já viram. Papai disse que estava orgulhoso de todos nós. Tia Simone estava tão feliz que nem conseguia falar direito e tio Gordon teve que ficar traduzindo. Andreas roubou a atenção dos gêmeos quando percebo a presença das minhas melhores amigas:
- Ai meu Deus – falei.
- Nós é o que dizemos. – Any falou.
- Mas estamos tão orgulhosas de você – Dul falou.
Depois disso fomos dançar, estava tudo tão perfeito que ninguém poderia estragar, ou poderiam? No final da festa, percebi que eu não sabia aonde seria a nossa Lua de Mel, Bill me disse que era uma surpresa. Ele sabe que eu definitivamente odeio surpresas. Então só revolveu me contar aonde iríamos passa – la quase na hora do desembarque.
Capítulo 19: A Maravilhosa Itália.
Estávamos pra desembarcar, quando Bill disse:
- Você dormiu bem, meu anjo?
- Sim, - respondi – e você?
- Também. – falou – No casamento você quis saber aonde iríamos passar a Lua de Mel, certo?
- Sim. – falei – E?
- Só você olhar pra janela que descobrirá onde estamos. – falou.
Quando fui olhar a aeromoça disse:
- Apertem os cintos que o avião irá pousar.
Fiz isso. Como eu enjôo fácil se olhar pra algo em movimento – dentro do veículo – revolvi saber depois. Passaram – se cinco minutos quando o avião finalmente pousou. Pequei minha bolsa de mão, e levantei. Bill pegou minha mão e descemos do grande “Jumbie”. E vi que a minha Lua de Mel iria ser na Itália. Vendo minha cara, Bill começou a rir. E fomos pra dentro do aeroporto.
Ficamos lá mais ou menos meia hora até que avistamos nossas malas. Eu consigo levar três malas pra roupa e essa bolsa de mão é pra acessórios em geral – maquiagem, perfume, escovas (de cabelo e de dente) etc – enquanto Bill levava seis malas.
- Nosso hotel fica uns quinze minutos daqui – falou – então vou chamar um táxi.
O fez. E então voltou a falar comigo:
- Depois que chegarmos ao hotel, deseja fazer o que?
- Não sei. – disse com cara de safada. – Não quer tentar, já que estaremos sozinhos?
- Opa! – falou também com cara de safado – Claro. – então viu algo de relance que o fez me puxar – O táxi chegou, vamos?
- Vamos – disse.
Chegando lá, Bill pediu as chaves do nosso quarto e do Brutamonte (segurança dele) e o mandou para o mesmo. Subimos os três no elevador, Brutamonte e eu ajudando Bill a arrumar as malas pra fique certo n o elevador. Chegando ao andar do quarto eu disse:
- Vão tirando as coisas do elevador, que eu abro as portas.
- Ta. – Bill falou.
Fiz o que eu falei, deixei minhas malas no meu quarto e fui abrir do Brutamonte e voltei ao lugar onde estava o elevador. Pequei as malas do Brutamonte e levei ao quarto dele, e voltei de novo ao elevador ajudando os dois a levar as tranqueiras do Bill ao meu quarto. Depois de tudo isso Brutamonte disse:
- Vou arrumar minhas coisas e depois eu volto pra ficar aqui em frente.
- Está bem. – Bill disse.
Nisso Bill fecha a porta e diz me vendo arrumar as malas:
- Deixa isso pra depois meu amor, vamos fazer outra coisa.
- Tipo o que? – perguntei.
- O que acha? – perguntando com cara de safado.
Nem deu tempo pra ver se ele colocou camisinha, pois ele foi me atacando. “Nossa, ele consegue ser mais selvagem que o irmão” pensei. Então foram três horas de puro prazer. Eu não gostaria de sair de lá nunca mais, mas como o Bill tinha turnê dali três dias, ficamos na Itália só dois dias e depois daquela noite só pudemos aproveitar o café da manhã e voltar pra Alemanha.

Capítulo 20: A turnê.
Quando voltamos, todos perguntaram como foi a nossa Lua de Mel, e a resposta foi a mesma: “Foi ótima” apesar de só ficarmos um dia. Bill me prometeu que depois da turnê nós dois poderíamos voltar pra Itália e ficar lá por uma semana. Concordei.
- Meu amor, - disse um dia antes da turnê – Você entende não é?
- Claro meu amor. – disse. – Não se preocupe, eu sei me virar sozinhas, mas sem você fica difícil. E eu sei que vai ter as meninas, nossos mães, a Má aqui, mas é que você é tudo pra mim.
E ele me ouvia.
- Desde quando a gente se conheceu, eu sou apaixonada por você, chorei toda vez que eu soube que tu tinhas namorada... Fiquei mal quando soube da sua operação, fico triste ou feliz junto contigo...
- Ah meu Deus, você também? – perguntou.
Vendo que eu não entendi falou:
- Toda vez que chegava aos meus ouvidos que você estava namorando com algum cara eu chorava escondido, sofria. – disse – E foi por sua causa que não conseguia ficar com outra garota. Mas olha agora: eu estou morando em uma casa completamente grande com meu grande amor.
- Uau – foi tudo o que eu consegui dizer.
Adormecemos ao som da chuva. Era seis da manhã quando o relógio despertou. Enquanto Bill e eu nos arrumávamos Margarida fazia nosso café. Descemos.
- Olá queridos – ela disse. – Como dormiram?
- Bem e você? – eu respondi.
- Também. Vou tomar o café com vocês, posso? – perguntou.
- Claro. – Bill foi mais rápido – Má, por favor, pare com isso. Você sabe que pode fazer as refeições conosco.
- Obrigada, vocês dois são tão educados – disse.
Nós dois demos um sorriso. Ela respondeu com outro. Depois que nós acabamos Bill disse que já estava na hora de ir pra gravadora e esperar os meninos para partirem pra turnê. Ele deu um beijo na bochecha de Margarida e me pediu que eu o levasse. Concordei.
- Tem certeza? – ele me perguntava toda hora.
- Claro Bill – respondi pela milésima vez. – Se eu precisar de algo eu te aviso.
- Ta - falou – então você me deixa na Universal que seu pai nos leva, ok?
- Ok minha vida. – respondi.
Parece que levou um minuto pra chegar à gravadora, pois pra chegar lá – da nossa casa – levam meia hora.
- Então até Março amor da minha existência – Bill disse.
- Até que a morte nos separe coisa mais importante da minha vida. - eu disse.
Bill me beijou como se esse fosse nosso primeiro e ultimo. Chegando em casa senti como se tudo estivesse rodando e eu estivesse sendo sulcada, será que estou com dengue?
FIM.

sábado, 12 de maio de 2012

O que é DIT?

A Divisão Internacional do Trabalho consiste na especialização produtiva dos países e das regiões na intensificação das trocas. Esta especialização das funções económicas é um reflexo da solidificação da globalização. Também é uma divisão de produção no cenário mundial entre os países desenvolvidos e emergentes. Os primeiros exportam tecnologia, empresas e empréstimos enquanto os emergentes exportam produtos industrializados e matéria-prima.

O que é 1º 2º e 3º Mundo?


Primeiro Mundo: são considerados desse grupo os países que possuem características comuns, como economias fortalecidas, altos índices de industrialização, elevado nível tecnológico, além de suas populações apresentarem indicadores sociais elevados, tais como boa qualidade de vida, bons rendimentos, baixos níveis de analfabetismo, boa expectativa de vida, entre outros. Os países que compõem esse grupo são: Canadá, Estados Unidos, Europa Ocidental, Japão e Austrália. Atualmente esse grupo é conhecido como “desenvolvido”.

Segundo Mundo: é constituído por um grupo de países ex-socialistas, como a União Soviética, que possuíam economia planificada. Essa designação não é mais usada atualmente. Muitos cientistas classificam como de Segundo Mundo os países detentores de economias emergentes, como China, Rússia, Brasil, Argentina, México e Índia. Esses países são chamados atualmente de “países em desenvolvimento”.

Terceiro Mundo: fazem parte desse grupo os países que possuem economia subdesenvolvida ou em desenvolvimento, geralmente nações localizadas na América Latina, África e Ásia. O criador da expressão foi o economista francês Alfred Sauvy, a mesma foi emitida pela primeira vez no ano de 1952. A expressão foi criada a partir da observação que o economista realizou acerca dos países do mundo, ele constatou que existia uma enorme disparidade política, econômica e social entre as nações, deixando muitas delas marginalizadas no cenário mundial. Fazem parte desse grupo: a maioria dos países latinos, e muitos países da África e Ásia.



Fonte: X.

terça-feira, 27 de março de 2012

Três Augustos.

Fu Xi ou Fu Hsi (chinês tradicional: 伏羲; Pinyin: fúxī), também conhecido como Paoxi (chinês simplificado: 庖牺; chinês tradicional: 庖犧; Pinyin: páoxī), 2800 a.C., foi o primeiro dos Três Augustos (三皇 sānhuáng) da China antiga. Ele é considerado um herói mitológico da cultura, atribuindo-se-lhe a invenção da escrita (também atribuída a Cangjie), pescaria e caça.

Shennong ou Shen Nong (chinês tradicional: 神農, chinês simplificado: 神农, pinyin: Shénnóng, Wade-GilesShen-nung ou Shen Nung), foi um personagem da mitologia chinesa, provavelmente um imperador chinês que viveu há cinco mil anos. Devido ao parentesco com o Imperador Amarelo, Shennong é considerado um dos patriarcas da China e um dos antepassados da Etnia han. Shennong é considerado o pai da agricultura chinesa ou das ervas. Em alguns textos é citado como pai da terapia oriental. Era chamado de "o divíno fazendeiro" e ficou conhecido como o "imperador dos cinco grãos". Cultivou centenas de ervas para testar seu valor comoplanta medicinal.
Huang Di (黃帝) (pinyin: huángdì) é conhecido no ocidente como o Imperador Amarelo. É um dos Cinco Imperadores, reis lendários sábios e moralmente perfeitos que teriam governado a Chinaapós o período de milênios regido pelos também lendários Três Augustos ou Três Soberanos. 
Os Clássicos do Imperador Amarelo: Além de uma concepção sobre a patologia humana suas causas e tratamentos contêm prescrições sobre a vida e “adaptação” do ser humano de acordo com o sexo e faixas de idade distinguindo diferentes ciclos: sazonais (5 estações), ciclos circadianos (Yin/Yang) e ciclos infra e ultradianos (“a grande circulação da energia” que obedece aos cinco elementos e o ciclo vital) que delimitam a relação dos órgãos internos com as fases do dia ou períodos comuns da vida humana envolvendo o nascimentomaturação sexual e envelhecimento.

Mitologia Chinesa.

mitologia chinesa é o conjunto de históriaslendas e ritos passados de geração para geração de forma oral ou escrita. Há diversos temas na mitologia chinesa, incluindo mitos envolvendo a fundação da cultura chinesa e do Estado chinês. Como em muitasmitologias, acredita-se que ela seja uma forma de rememoração de fatos passados.