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sábado, 28 de janeiro de 2017

Quem somos nós?

Quem sabe para o viemos?
Quem nos criou para isso?
Somos resultados de poeira das estrelas mortas?
Ainda buscamos informações do passado e indagamos sobre o nosso futuro.

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Games Room: Invasão dos Games nos Filmes

Games Room: Invasão dos Games nos Filmes: E ae, galera. Vocês já devem ter percebido que uma das maiores bilheterias dos cinemas atuais são os filmes que se baseiam em jogos, ...

domingo, 20 de setembro de 2015

Nova fanfic: I STILL WORTHING IT.

Sinopse: E havia alguém no meio de toda essa bagunça que me fez ter calmaria e ainda assim me destruir no fim de tudo. Será mesmo que viemos à esta Terra por intermeio de uma divindade que tem um propósito maior para nós? Eu adoraria saber.

FanFic: "Humanoid Babys"

Sinopse: Quando os guris do Tokio Hotel voltam da turnê “Bad Boys” recebem uma magnífica surpresa.
Prólogo:
“Estamos aqui, no aeroporto de internacional de Berlim, esperando o Tokio Hotel chegar. - Bravo. - Ficamos sabendo que todos estão casados, e suas esposas são desconhecidas.”
“Já soubemos por uma fonte muito confiável que antes do Tour dos Tokio Hotel, eles tiveram uma breve Lua de Mel.” Billboard. “E que possivelmente estão esperando bebês.”
“SERÁ MESMO?
Especulasse que os TH podem estar casados e, suas esposas desconhecias, estarem esperando herdeiros. Só esperar pra ver.” Ich und Dich.

Capítulo 1: À volta.
- Então quem foi que contou? – papai pergunta.
- Ninguém papai – eu respondi não me conformando.
- Então alguém pegou a capa de invisibilidade do Harry Potter? – papai disse e todos riram.
- Ai céus e agora? – mamãe se perguntava.
- Calma – eu disse.
- E se as fãs começarem a te encher? – Tia Simone disse.
- Daí... Daí... Eu não sei. – disse.
- Então, teremos que colocar aquele novo alarme que a China fez. – Bill disse.
- Que alarme? – todas perguntaram.
- Aquele que tem câmera e com ela, você pode falar quem pode ou não entrar. – ele respondeu.
- Ah. – todos falam.
Depois que todos foram embora, e nós dois estávamos vendo TV, eu disse:
- Bill...
- Diga meu amor – não tirou os olhos da TV.
- Acho que eu estou grávida. – disse.
- Como? – nisso ele liga a luz e apaga a TV.
- Sim, - eu respondi - pois se lembra da lua de mel? E amanhã, um quase hoje, irá fazer três meses que eu não menstruo.
- Espera um minuto. – disse ele e pegou o telefone que tem no quarto e ligou pra tia Simone. – Mãe?
“Oi filho, como vai?” 
- Bem e com a senhora?
“Bem também, o que houve?” 
- Mãe sabe o médico que descobriu que você estava grávida?
“Sei o que tem ele?” 
- Passa o número dele?
“Não vai me dizer que ela está grávida né?” 
- Sim, mamãe.
“Ok, é 7695 – 6545.”
- Obrigado mãe e boa noite.
“Por nada e igualmente.”
Depois disso, nós dois fomos dormir.

Capítulo 2: A consulta. 
Eram oito horas da manhã quando o despertador tocou, e então eu já tinha vestido minha calça e meu sutiã quando Bill diz:
- Amor, posso a mão na sua barriga?
- Claro. – respondi.
E ele dá a meia volta na cama que já estava arrumada e começa a massagear a minha barriga. Era como se ele quisesse fazer parte da gravidez.
- Vida, eu já liguei pro médico – disse ele enquanto nós descíamos a escada para a cozinha.
- Quando? – perguntei.
- Ontem de noite quando você estava dormindo. – disse ele, me dando um beijo.
- Olha o namoro vocês dois. – Margarida disse nos dando um susto.
- Má. – eu disse – sente com conosco e tome café de novo, pois temos uma novidade.
- Bill vai gravar um CD novo – ela disse – e você foi promovida. Acertei?
- Não – eu disse quase me afogando porque eu tinha acabado de tomar um gole de café com leite.
- Não sei. – ela disse.
- Acho que eu estou grávida. – eu disse e nesse momento quase que ela cospe o café da boca.
- Como? – ela perguntou.
- Sim, hoje faz três meses que a minha menstruarão não vem e eu tenho alguns enjôos. – disse eu.
- Amor, vamos? – Bill me assustou.
- Onde? – perguntei.
- Pro ginecologista oras!- disse.
Então Margarida tirou o meu copo e o do Bill das nossas mãos, pois iríamos coloca – los na pia. Não somos tão egoístas! E eu Bill subimos para o carro e ele disse:
- Se você estiver mesmo grávida, o que acha que irão ser?
- O bebê? – perguntei.
- Sim – respondei.
- Ah, um menino. – falei.
- E se for uma menina? – perguntou
- Está bom também. – falei – Se você estiver vivo.
E ele dá aquele sorriso que tem desde criança que eu amo, e me beija. Nesse beijo eu me lembrei do dia em que nos conhecemos. Lembrei - me de todas as suas lutas me lembrei de como era sapeca...
- Eu te amo para todo o sempre, e alem. – eu disse.
E ele iria dizer algo quando o doutor nos chama para entrarmos dentro da sala, já que estávamos no estacionamento.
Quando entramos na sala o doutor Renato me manda deitar na maca e levantar a blusa pra ele fazer o ultrason. O creme era gelado e ele colocou o “controle” e percebi que Bill estava tão ansioso quanto eu... Porque era uma vida que estava se formando dentro de mim. Era nosso bebê.

Eram oito horas da manhã quando o despertador tocou, e então eu já tinha vestido minha calça e meu sutiã quando Bill diz:

- Amor, posso a mão na sua barriga?
- Claro. – respondi.
E ele dá a meia volta na cama que já estava arrumada e começa a massagear a minha barriga. Era como se ele quisesse fazer parte da gravidez.
- Vida, eu já liguei pro médico – disse ele enquanto nós descíamos a escada para a cozinha.
- Quando? – perguntei.
- Ontem de noite quando você estava dormindo. – disse ele, me dando um beijo.
- Olha o namoro vocês dois. – Margarida disse nos dando um susto.
- Má. – eu disse – sente com conosco e tome café de novo, pois temos uma novidade.
- Bill vai gravar um CD novo – ela disse – e você foi promovida. Acertei?
- Não – eu disse quase me afogando porque eu tinha acabado de tomar um gole de café com leite.
- Não sei. – ela disse.
- Acho que eu estou grávida. – eu disse e nesse momento quase que ela cospe o café da boca.
- Como? – ela perguntou.
- Sim, hoje faz três meses que a minha menstruarão não vem e eu tenho alguns enjôos. – disse eu.
- Amor, vamos? – Bill me assustou.
- Onde? – perguntei.
- Pro ginecologista oras!- disse.
Então Margarida tirou o meu copo e o do Bill das nossas mãos, pois iríamos coloca – los na pia. Não somos tão egoístas! E eu Bill subimos para o carro e ele disse:
- Se você estiver mesmo grávida, o que acha que irão ser?
- O bebê? – perguntei.
- Sim – respondei.
- Ah, um menino. – falei.
- E se for uma menina? – perguntou
- Está bom também. – falei – Se você estiver vivo.
E ele dá aquele sorriso que tem desde criança que eu amo, e me beija. Nesse beijo eu me lembrei do dia em que nos conhecemos. Lembrei - me de todas as suas lutas me lembrei de como era sapeca...
- Eu te amo para todo o sempre, e alem. – eu disse.
E ele iria dizer algo quando o doutor nos chama para entrarmos dentro da sala, já que estávamos no estacionamento.
Quando entramos na sala o doutor Renato me manda deitar na maca e levantar a blusa pra ele fazer o ultrason. O creme era gelado e ele colocou o “controle” e percebi que Bill estava tão ansioso quanto eu... Porque era uma vida que estava se formando dentro de mim. Era nosso bebê.

Capítulo 3: Quantos?Quando finalmente a imagem do feto apareceu tivemos um susto.
- Renato, quantos fetos você deduz que tenha aí? – Bill pergunta.
- Acho que uns seis. – responde.
- Quantos? – Bill e eu perguntamos juntos.
- Seis. – repetiu. – Agora, se for isso mesmo, não sei o que vocês irão fazer.
- A gente se vira. – falei.
- Isso – Bill concordou.
- Bom agora vocês precisam voltar, em que mês estamos? – Renato perguntou.
- 22 de julho. – falei.
- Obrigado. – falou. – Bom agora vocês precisam voltar dia 22 de outubro, ok?
- Ok – Bill disse. – Até.
No carro não conversamos muito. Típico quando Bill estava nervoso. Quando chegamos vimos o carro do tio Gordon. E nós dois entramos. De repente alguém me abraça.
- Ai tia Simone. – disse – Que susto!
- Posso passar a mão? – perguntou.
- Claro. – eu disse – Oi mamãe! Como vai?
- Oi querida. – disse ela – Bonito vocês dois, não?
- Mãe... - Eu comecei a ficar vermelha.
- Brincadeira boba. – falou e me mostrou a língua. – Filha, senta e nos conta tudo.
- Mano você vem pra cá. – Tom disse puxando o Bill para a cozinha.
- Como foi? – mamãe perguntou.
- O quê? – respondi fazendo outra pergunta.
- A reação que vocês tiveram quando souberam que estavam grávidos. – tia Monique disse.
- Bom, na verdade eu descobri antes dele. – elas me olhavam curiosas. – Lá estava eu pesquisando coisas para o trabalho quando lembrei que naquele dia iria descer pra mim, mas eu só fui lembrar-me disso de novo ontem, quando passou o comercial de absorvente.
- E qual foi a reação dele? – tia Simone perguntou.
- De espanto. – falei. – Daí ele ligou para senhora.
- É. – tia Simone sorriu. – Vamos para a cozinha?
- Claro. – eu disse.


- Vocês tiveram o que pra gerar tantos filhos mano? – disse Tom.
- Para de ser besta. – Bill diz dando um soco no braço do irmão.
- Senta Tom. – Gordon disse. – Se teve ou não que diferença faz?
- Toda. – Tom retruca.
- O quê? – perguntei.
- Seu cunhado ser besta. – Bill responde.
- Ah... – falei. – E foi só agora que percebeu?
- Não... – disse ele me dando um beijo. – E outra coisa Tom, não importa quantos sejam nós dois não vamos dar algum ou outro para você cuidar.
- Seu tonto! – disse Tom fazendo seu biquinho.
- Ave Gaga. – falei.

Capítulo 4: Meses depois.
Depois daquela “confusão”, Bill estava fazendo as coisas dele como artista junto com o resto da banda. E eu estava ajudando como podia lá na delegacia, tribunal. As mulheres da minha família e da dele, vieram me ajudar a comprar as roupas e a fazer o chá de bebê.
- Que isso? – perguntei quando vi um treco de lua.
- É uma privada. – Anahí disse.
- Como pode ser uma privada? – perguntei com meus olhos arregalados.
- Vendedor disse que era. – falou.
- Ok, - disse eu – o próximo é de quem? – perguntei.
- Meu – Dulce disse – Que ao contrário da Barbie, o meu é um macacão para todos.
Eu abri e quase caí.
- São muito lindos, Dul – falei – Obrigada.
- Por nada – respondeu mostrando a língua para a Barbie.
- Quem? Quem? – perguntei.
- Eu. – Mai se levantou e me entregou seu presente.
- Nossa, que bafo. – falei fazendo todas rirem. – É um ursinho. Valeu amor!
- Por nada. – respondeu.
- E esse é de quem? – perguntei.
- Acho que você nem vai gostar.
- Por que não, Sel? – perguntei.
- Porque é feio. – eu abri e era cobertores.
- É nada. – falei enquanto abria o da Demi.
- Oh God, é sapatinho. - falei – São lindos amor.

Capítulo 5: Eles.
Estávamos tão entretidas que nem lembrei que hoje era o dia em que eles nasceriam.
- AIIIII... – gritei.
- Que foi? Que foi? – Bill fecha a porta na cara do padrasto e vem me acudir.
- Os bebês. – falei com uma cara de dor.
- Gordon liga o carro e coloca-a lá dentro que vou pegar as coisas. – Bill disse.
- Não senhor, você entra junto com ela que eu vou pegar a mala. – disse Margarida.
- Má, rápido, por favor! – Bill disse.
Entramos e nem cinco minutos direito e a Margarida já estava de volta...
- Aguente anjo! – Bill colocou a mão dele na minha perna. – Só mais um quarteirão e pronto. Enfim entramos no bendito Hospital. Logo a Enfermeira que estava me viu, nos ajudou a subir e disse para a moça do balcão ligar o Bip dela. Quando chegamos ao quarto a enfeira disse que tinham ligado pra lá.
- Preparada, senhora Kaulitz? – Doutor Weslay perguntou.
- Mais ou menos. – falei. – Mas vamos lá. – nisso o doutor W. me ajudou a tirar minha calça jeans e me arrumar.
- Querida, no três você faz força, ok? – dizendo isso eu respirei fundo... – Um dois... – respirei. – três. – fiz força e ele começou a contar até dez. – A cabeça de um já está saindo. – fizemos isso umas doze vezes até todos os bebês saírem.
Então, o doutor W. Recomendou-me a dar de mamar a cada dois ou três horas no máximo. Eu vou ter o choro à flor da pele e pediu que o Bill entendesse isso, “pelo o amor de Deus” e “quase precisarem estarei à disposição”.
Lá no hospital as enfermeiras M. e K. me ajudaram muito. Ensinaram-me como se dava peito, que quando dei o peito pela primeira vez – foi com a Amanda – doeu muito, e elas me disseram que isso é normal. Depois elas pediram pra mim e pro Bill darem banho nos bebês. E me recomendaram: “Tenham duas banheiras e mais alguém pra dar banho, assim, vocês não tenham muito tempo gasto sozinhos”.
E assim foi a nossa rotina de três dias no hospital. Tive alta, e voltei super feliz pra casa.

Capítulo 6: I want to know to love is.Chegamos em casa era mais ou menos 22:00 horas e colocamos os bebês no quartos deles – na nossa casa era assim: no andar de cima tinha quatro quartos, um nosso, um dos meninos, outro das meninas e outro de computador e um banheiro no meu quarto e fora. – e eu e o Bill fomos tomar banho juntos. E então fomos dormir.
Eu acordei era mais ou menos 08h00min da manhã e Bill não estava na cama. Sentei na cama. De repente algo me aparece na porta. Vejo que é uma bandeja com café da manhã.
- Oi minha alma, como dormiu? – ele pergunta.
- Bem, e você? – respondi. – Mas por que você não ficou aqui?
- Também – falou – É que você deve descansar e eu dar uma de dona de casa...
- Não senhor, - falei cortando ele – Eu quero fazer algo.
- Coisas leves está bem. – fez cara de cachorro fofo.
- Está por hoje – ele parou no meio do caminho. – Brincadeira. – e roubei um beijo dele.
- Bobona. – falou. Nisso os bebês começam a chorar. – Vou buscar eles.
- Ok. – cinco minutos depois ele volta com um casal, volta pro quarto de eles e pega mais um e por fim pega os dois mais novos. – Bom dia meus anjinhos.
- Amor, - Bill me chama e eu olho pra ele – eu vou levar pra baixo o café, ok?
- Aham, - falei. – Love you. – ele sorri e sai. Eu dei de mamar primeiro pro mais velho, Matheus, e Bill chega já se trocando.
- So, - ele falou sentando na cama – já sei, quando o Miguel terminar de mamar, eu o troco enquanto você dá de mamar pra Amanda.
- Boa ideia amor. – falei entregando o Matheus pra ele. – Vem cá minha bebê linda. – peguei a Mia no colo pra lhe dar peito. E assim foi até a Lupita.
Depois pedimos pra Margarida nos ajudar a levar os meninos até a sala:
- Meus pequeninos, não sabem como são sortudos por terem eles como seus pais. – ela olhou pra nós dois e enxugou as lágrimas...

segunda-feira, 8 de abril de 2013

O que é classicismo?

O Classicismo foi conseqüência do Renascimento, importante movimento de renovação científica e cultural ocorrido na Europa que marca o nascimento da Idade Moderna. A base do Renascimento encontra-se no crescimento gradativo da burguesia comercial e das atividades econômicas entre as cidades européias, o que acabou estimulando a vida urbana e as manifestações artísticas, que passaram a ser patrocinadas por ricos comerciantes (mecenato). O aperfeiçoamento da imprensa possibilitou uma maior difusão de idéias novas, contribuindo para o enriquecimento do ambiente cultural. As grandes navegações alargaram a visão de mundo do europeu, que entrou em contato com culturas diferentes. A matemática se desenvolveu, bem como o estudo das línguas, surgindo as primeiras gramáticas de língua portuguesa. Todo esse contexto fez nascer uma visão antropocêntrica de mundo. Ou seja, o homem é visto como centro do universo. O cristianismo continua imperando, mas o homem renascentista já não é tão angustiado com as questões religiosas como o era o homem medieval. Dois movimentos religiosos que marcaram o século XVI tiveram grande repercussão social e cultural: a Reforma Protestante, liderada por Martinho Lutero (1483-1546); e a Contra-Reforma, movimento de reação da Igreja Romana. Os artistas – pintores, escultores, arquitetos – inspiravam-se nas obras dos antigos gregos e romanos, que se transformaram em modelos. Por isso mesmo, dizia-se que a gloriosa arte antiga estava renascendo. A Poesia Épica de Camões: Como tema para o seu poema épico, Luís de Camões escolheu a história de Portugal, intenção explicitada no título do poema: Os lusíadas. O cerne da ação desenvolve-se em torno da viagem de Vasco da Gama às Índias. A palavra “lusíada” é um neologismo inventado por André de Resende para designar os portugueses como descendentes de Luso (filho ou companheiro do deus Baco).

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Enfim de volta!

Depois de um longo tempo, eu resolvi voltar ao blog. Porque aqui eu posso desabar sobre o que eu quiser sem limite de letras.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Pera aí - Jean Paulo Santos.

Tiúbi daun daun daun (3x)

Tiúbi daun daun daun daa
Wow wow wow wow hoooooh 
Uô uo ro ro roooh
Tiúbi daun daun daun (3x)
Tiúbi daun daun daun daa
Wow wow wow hoooooh 

Pera aí mais se você não sabe eu preciso te dizer
É difícil ser criança, tanta coisa pra aprender
Resolvi deixar a vida ela mesma me contar
Ainda tenho tempo pode crer deixa rolar 
Imagina nessa idade o que aconteceu comigo 
Resolvi me apaixonar por alguém que não consigo 
Ironia do destino que só quer brincar com a gente
Não sei lidar com isso tá tudo diferente

Pera aí criança tem que ser feliz 
Pera aí é isso coração me diz
Mais um sonho na cabeça 
Esperando que aconteça 
Pera aí por isso eu venho aqui cantar
Vou sair eu sei você quer escutar 
Como é possível é só acreditar

O primeiro amor não se esquece facilmente 
Ainda mais quando esse amor não quer nem saber da gente 
Meu pai diz que eu sou homem e não posso vacilar 
Mais ainda sou criança tenho que desabafar 
Não consigo entender o que é que nos separa 
Quando vejo o teu rosto meu coração dispara
Mas arranjei um jeito de chamar tua atenção 
Pera aí é pra você que eu fiz essa canção

Pera aí criança tem que ser feliz 
Pera aí é isso coração me diz
Mais um sonho na cabeça 
Esperando que aconteça 
Pera aí por isso eu venho aqui cantar
Vou sair eu sei você quer escutar 
Como é possível é só acreditar

Tiúbi daun daun daun (3x)
Tiúbi daun daun daun daa
Wow wow wow hoooooh 
Uô uo ro ro roooh
Tiúbi daun daun daun (3x)
Tiúbi daun daun daun daa
Wow wow wow woow uuuuuuuuuh...